segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A pesquisa da origem da vida

 A séculos o homem tenta descobrir o motivo de existir vida na Terra, mas no ano passado, 2014, houve um grande passo para a humanidade. O pouso da sonda Philae pela sonda Rosetta no cometa de nome 67p/Churyumov-Gerasimenko no dia 12 de novembro de 2014. Mais detalhes sobre a sonda Rosetta, o Philae e o cometa logo abaixo.


Sonda espacial Rosetta
  Rosetta é uma sonda espacial construída e lançada pela Agência Espacial Europeia (ESA) com a missão de encontrar-se no espaço e fazer um estudo detalhado do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que viaja entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Ela integra o conjunto de missões Horizon 2000 da agência espacial e é a primeira sonda construída para orbitar e pousar num cometa.
Lançada em 2 de março de 2004 da base de Kourou, na Guiana Francesa, no topo de um foguete Ariane 5 G+, a sonda atingiu seu alvo na metade de 2014. A nave compreende duas partes, a sonda espacial Rosetta, que carrega 11 instrumentos, e o pousador-robótico Philae, que transporta mais dez. A missão orbitará o cometa 67P por 17 meses e foi construída para fazer o mais detalhado estudo de um cometa jamais tentado.

Módulo pousador Philae
Philae (ou por vezes File em Portugal ) é uma sonda robótica pousadora da Agência Espacial Europeia (ESA) que integra a sonda espacial Rosetta, construída para fazer o primeiro pouso controlado no núcleo de um cometa do Sistema Solar, o 67P/Churyumov-Gerasimenko.
O módulo foi projetado para produzir as primeiras imagens da superfície, fazer análises in situ da composição mineral do cometa e tornou-se o primeiro objeto construído pelo homem a pousar na superfície de um cometa em 12 de novembro de 2014.
Seu nome vem da Ilha de Philae, no rio Nilo, onde um obelisco foi encontrado e usado, junto com a Pedra de Rosetta, para ajudar a decifrar antigos hieróglifos egípcios.

67p/Churyumov-Gerasimenko

Comet 67P on 19 September 2014 NavCam mosaic.jpg
67P/Churyumov-Gerasimenko é um cometa com um período orbital atual de 6,45 anos. Seu próximo periélio está previsto para o dia 13 de agosto de 2015. Ele é o destino da sonda espacial Rosetta, que foi lançada pela Agência Espacial Europeia em 2 de março de 2004, e que "acordou" de uma hibernação no dia 20 de janeiro de 2014 para monitorar o cometa e procurar um local adequado para o pouso.
Em 6 de agosto de 2014 a sonda encontrou-se com o 67P, passando a segui-lo em órbita no espaço. Em 12 de novembro de 2014, a Philae, o pousador da Rosetta, tornou-se o primeiro objeto construído pelo Homem a pousar na superfície de um cometa.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Série Sistema Solar: Satélites.

Satélites naturais do Sistema Solar
 
          Como já se sabe à mais de 400 anos, a Terra, não é o único planeta que contém satélites naturais. Todos os planetas do sistema solar tem satélites, exceto Mercúrio e Vênus, tem satélites naturais.
 
Satélites naturais terrestres.
 
Acima: A Lua em sua fase cheia.
     A terra tem somente um satélite natural, a Lua.   A Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. É o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário, tendo 27% do diâmetro e 60% da densidade da Terra, o que representa 181 da sua massa. Entre os satélites cuja densidade é conhecida, a Lua é o segundo mais denso, atrás de Io. Estima-se que a formação da Lua tenha ocorrido há cerca de 4,5 bilhões de anos, relativamente pouco tempo após a formação da Terra. Embora no passado tenham sido propostas várias hipóteses para a sua origem, a explicação mais consensual atualmente é a de que a Lua tenha sido formada a partir dos detritos de um impacto de proporções gigantescas entre a Terra e um outro corpo do tamanho de Marte.                                                                                                           
 
                                                               Satélites Marcianos
  Marte tem dois pequenos satélites, Fobos e Deimos, dois satélites relativamente pequenos.
Phobos, fotografado por Mars Global Surveyor em 01.06.2003 (NASA).
Acima: Fobos.
 

Fobos é uma das duas luas de Marte. É a maior e a mais próxima lua de Marte. Com um raio médio de 11,1 km, Fobos é 7,4 vezes mais massivo que que a outra lua marciana Deimos. Fobos foi descoberto por Asaph Hall em 18 de Agosto de 1877, justamente seis dias após a descoberta de seu parceiro Deimos. Seu nome vem da Grécia antiga e significa medo. Na mitologia grega, Fobos era filho de Ares (Marte na mitologia romana) e Afrodite
       Fobos é, em todo o Sistema Solar, o satélite que orbita mais próximo do planeta-mãe: menos de seis mil quilômetros acima da superfície marciana. Encontra-se, por isso, abaixo da órbita síncrona para Marte. Por esse motivo, a sua órbita vai descendo a um ritmo de 1,8 m por século. Assim, dentro de 50 milhões de anos pode ocorrer uma de duas coisas: ou Fobos se despenha sobre Marte ou, o que é mais provável, antes que isso aconteça as forças gravitacionais destruirão o satélite criando um anel à volta de Marte. Também por conta de sua proximidade, ela orbita mais rápido do que a rotação marciana, o que a fazer "nascer" e se pôr três vezes por dia.


                                               
Deimos
Uma imagem de Deimos obtida pelo orbitador Viking 1.
Deimos (em grego: terror), é a menor e mais afastada das duas luas de Marte. É, também, a menor lua reconhecida do Sistema Solar. Deimos tem um raio médio de 6.2 km e uma velocidade de escape de 5.6 m/s (20 km/h). Além disso, a lua leva 30.3 horas para girar em torno de Marte com uma velocidade orbital de 1.35 km/s.
   Deimos demora o mesmo tempo a completar uma volta ao redor de Marte, quanto a completar uma volta sobre si próprio. Como consequência disso, Deimos tem sempre a mesma face voltado para Marte.
       
A lua foi descoberta – juntamente com Fobos, o outro satélite de Marte – em agosto de 1877 por Asaph Hall e fotografado pela Viking 1 em 1977. Deimos tem um formato bastante irregular e acredita-se que se trate de um asteroide que foi perturbado de sua órbita por Júpiter e que acabou por ser capturado pela gravidade de Marte, passando a ser seu satélite.
O nome Deimos(pânico) vem de uma figura mitologia grega e é um dos três filhos de Ares (Marte na mitologia romana) e Afrodite.
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Obs: Continuaremos o assunto na proxima postagem.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Série Sistema Solar- Planeta Terra.

Planeta Terra.
 
 
                                                           Acima: Sistema Terra-Lua.
  A Terra é o terceiro planeta do sistema solar, também o quinto maior do sistema solar, o mais denso e o único planeta do universo em que foram encontrados água sob a forma liquída e seres vivos. E também o maior dos quatro planetas telúricos (rochosos) do sistema solar. Seu diâmetro é de 12 756,2 Km, é minusculo se compararado a Júpiter ou ao Sol.
  O seu período orbital é de 365 dias e 6 horas (Exatamente 365 dias,6 horas, 48 minutos e 2,7 segundos). Porém a cada quatro ano as 6 horas de "resto" são descartadas então acrescenta-se mais um dia o calendário, ese dia é o 29  de fevereiro. Este ano é chamado de bissexto. Já sua rotação dura 23 horas e 56 minutos, ou um dia sideral. Mas na terra, seguimos o dia solar, que é de exatamente 24 horas.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Série Sistema Solar: Vênus

Série Sistema Solar: Vênus


 
 
 
Diâmetro: 12 100 quilômetros (0,95 do diâmetro da Terra)
Distância média do sol: 108,2 milhões de quilômetros.
Período da órbita: 224,7 dias terrestres.
Não possui satélites naturais.
  
 Por seu brilho, em geral, intenso, Vênus costuma ser confundido com uma estrela. Por isso  -- e também porque, comforme a época do ano, é visivel ao amanhecer e ao anoitecer ---, é conhecido como a estrela-d'alva (alva é a primeira luz do amanhecer) ou estrela da tarde.
  O planeta Vênus tem quase o mesmo tamanho da Terra. E além disso, suas estruturas internas são muito parecidas: um núcleo de ferro, um manto rochoso e uma crosta.
   Do mesmo modo que uma pessoa fica mais perto de uma lâmpada sente     mais calor, planetas mais proximos do sol tendem a ser mais quentes que planetas mais distantes. No entanto, outros fatores, como o tipo de atmosfera, também influenciam a temperatura.
   A atmosfera de Vênus é noventa veses mais densa que a da Terra, sendo formada principalmente por dióxido de carbono (gás carbônico, CO2). Este gás quando presente na atmosfera de Vênus, provoca um forte efeito estufa. Por isso a temperatura em Vênus pode chegar a cerca de 430°C.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Série Sistema Solar: Mercúrio.

 Mercúrio


 
Diâmetro: 4878 Km ( 0,38 do diâmetro da Terra que é de  12 758 Km).
Distância média do sol: 57,9 milhões de quilometros.
Período de órbita: 87,97 dias terrestres.
Não possui satélites.
 
    É o planeta mais próximo do sol e menos em tamanho. Sem água e quase nenhuma atmosfera, sua temperatura pode variar entre 400° C de dia e -200° C de noite. O aspecto da supefície é parecida com a da Lua, toda coberta de crateras, originadas de colisões com meteoritos e outros corpos celestes.

Série: Sistema Solar- Sol.

 
 
 
 
 
 
Diâmetro: 1,4 milhões de quilômetros.
 
    O Sol é uma estrela do tipo G2 que é a central de nosso Sistema Solar da qual giram astros menores  Planetas, cometas, asteróides, planetas-anões, etc. Ele está a aproximadamente 150 milhões de quilômetros da Terra.

 
 
 

 


domingo, 11 de maio de 2014

Série: O Sistema Solar.

Olá pequenos astrônomos, nesse novo blog sobre astronomia vocês irão aprender segredos do espaço sideral, do Universo. Nessa primeira postagem aprenderemos sobre o nosso Sistema Solar, o sistema planetário a que pertence a Terra. Esta será uma série muito interessante espero que acompanhem e que essas postagens sejam utéis para seus estudos. Vamos aprender?

                                                        O Sistema Solar.
 
O Sistema Solar é um sistema planetário. Isso significa que né um conjunto formado por um astro maior (uma estrela), ao redor do qual giram astros menores ( planetas, planetas-anões, satélites e outros corpos celestes). O Sol, portanto, é ocentro do sistema planetário do qual a Terra faz parte.
  Além da Terra, outros sete planetas gravitam ao redor do Sol, na seguinte ordem de proximidade em relação a ele: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Em 2004, astrônomos americanos descobriram um novo astro que graveta ao redor do Sol, o Sedna, que, segundo alguns pesquisadores, seria o nono planeta do Sistema Solar e, de acordo com outros, é apenas um grande cometa ou um imenso planetoide. Portanto, não existe um acordo final entre os cientistas sobre o que seria, de fato, esse novo astro.