terça-feira, 1 de julho de 2014

Série Sistema Solar: Satélites.

Satélites naturais do Sistema Solar
 
          Como já se sabe à mais de 400 anos, a Terra, não é o único planeta que contém satélites naturais. Todos os planetas do sistema solar tem satélites, exceto Mercúrio e Vênus, tem satélites naturais.
 
Satélites naturais terrestres.
 
Acima: A Lua em sua fase cheia.
     A terra tem somente um satélite natural, a Lua.   A Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. É o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário, tendo 27% do diâmetro e 60% da densidade da Terra, o que representa 181 da sua massa. Entre os satélites cuja densidade é conhecida, a Lua é o segundo mais denso, atrás de Io. Estima-se que a formação da Lua tenha ocorrido há cerca de 4,5 bilhões de anos, relativamente pouco tempo após a formação da Terra. Embora no passado tenham sido propostas várias hipóteses para a sua origem, a explicação mais consensual atualmente é a de que a Lua tenha sido formada a partir dos detritos de um impacto de proporções gigantescas entre a Terra e um outro corpo do tamanho de Marte.                                                                                                           
 
                                                               Satélites Marcianos
  Marte tem dois pequenos satélites, Fobos e Deimos, dois satélites relativamente pequenos.
Phobos, fotografado por Mars Global Surveyor em 01.06.2003 (NASA).
Acima: Fobos.
 

Fobos é uma das duas luas de Marte. É a maior e a mais próxima lua de Marte. Com um raio médio de 11,1 km, Fobos é 7,4 vezes mais massivo que que a outra lua marciana Deimos. Fobos foi descoberto por Asaph Hall em 18 de Agosto de 1877, justamente seis dias após a descoberta de seu parceiro Deimos. Seu nome vem da Grécia antiga e significa medo. Na mitologia grega, Fobos era filho de Ares (Marte na mitologia romana) e Afrodite
       Fobos é, em todo o Sistema Solar, o satélite que orbita mais próximo do planeta-mãe: menos de seis mil quilômetros acima da superfície marciana. Encontra-se, por isso, abaixo da órbita síncrona para Marte. Por esse motivo, a sua órbita vai descendo a um ritmo de 1,8 m por século. Assim, dentro de 50 milhões de anos pode ocorrer uma de duas coisas: ou Fobos se despenha sobre Marte ou, o que é mais provável, antes que isso aconteça as forças gravitacionais destruirão o satélite criando um anel à volta de Marte. Também por conta de sua proximidade, ela orbita mais rápido do que a rotação marciana, o que a fazer "nascer" e se pôr três vezes por dia.


                                               
Deimos
Uma imagem de Deimos obtida pelo orbitador Viking 1.
Deimos (em grego: terror), é a menor e mais afastada das duas luas de Marte. É, também, a menor lua reconhecida do Sistema Solar. Deimos tem um raio médio de 6.2 km e uma velocidade de escape de 5.6 m/s (20 km/h). Além disso, a lua leva 30.3 horas para girar em torno de Marte com uma velocidade orbital de 1.35 km/s.
   Deimos demora o mesmo tempo a completar uma volta ao redor de Marte, quanto a completar uma volta sobre si próprio. Como consequência disso, Deimos tem sempre a mesma face voltado para Marte.
       
A lua foi descoberta – juntamente com Fobos, o outro satélite de Marte – em agosto de 1877 por Asaph Hall e fotografado pela Viking 1 em 1977. Deimos tem um formato bastante irregular e acredita-se que se trate de um asteroide que foi perturbado de sua órbita por Júpiter e que acabou por ser capturado pela gravidade de Marte, passando a ser seu satélite.
O nome Deimos(pânico) vem de uma figura mitologia grega e é um dos três filhos de Ares (Marte na mitologia romana) e Afrodite.
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Obs: Continuaremos o assunto na proxima postagem.